Há mais de 700 anos, antes do Filho do Altíssimo vir a esta Terra, foi feito um questionamento:
Aqui o autor lança um desafio para nós, o de descobrirmos qual é o Nome do Criador e o Nome do seu Filho. Para muitos crentes dos nossos dias, essas são perguntas fáceis de serem respondidas, pois muitos diriam que o Nome do Pai é “Deus”, outros diriam ser “Jeová”, alguns responderiam que o Nome do Filho é “Jesus” e outros talvez responderiam “Cristo”. Mas seriam mesmo essas as respostas? Vejamos:
Quando o autor de Provérbios fez essas perguntas, fica claro que não seria qualquer pessoa que realmente saberia responder qual é o Nome do Criador e o do seu Filho. Então, por meio deste versículo, percebemos que os Nomes Sagrados não eram completamente conhecidos. Mas podemos saber qual é o verdadeiro Nome do Criador e o verdadeiro Nome do seu Filho? Obviamente que sim! As Escrituras nos mostram que os Nomes Sagrados seriam ocultados e revelados no tempo do fim, para que através desses Nomes fôssemos salvos.
Os papiros mais antigos das Escrituras Sagradas continham o Nome do Criador em sua forma original, com escrita paleo-hebraica e sem sinais massoréticos. Esses papiros contendo o Nome Divino foram preservados até as primeiras cópias em hebraico, aramaico e grego, alguns desses fragmentos estão preservados atualmente em museus.
Manuscrito de Salmos contendo o Nome do Criador (𐤉𐤄𐤅𐤄) em escrita paleo-hebraica.
Mais tarde, foram feitas cópias para o hebraico quadrático, também conhecido como hebraico moderno. Nesses manuscritos, os copistas mantiveram o Nome do Altíssimo, assim como nos textos originais. O Nome Sagrado, também conhecido como Tetragrama, é composto por quatro letras.
Vejamos o Nome do Criador (יהוה), a letra “Yud” (י) tem o som da letra “i”, a segunda letra “He” (ה) tem o som da letra “a”, a letra “Waw” (ו) tem o som da letra “u” e a última letra “He” (ה) é representada pela letra “h”, uma vez que a letra “He” no final de uma palavra não tem som vocálico.
Lendo-se da direita para a esquerda, vemos as letras “Yud”, “He”, “Waw” e “He”.
Estudos comprovam que todos os fragmentos da Septuaginta até o ano 50 EC continham o Nome do Criador, seja em escrita aramaica (𐡉𐡄𐡅𐡄), escrita hebraica antiga (𐤉𐤄𐤅𐤄) ou na transliteração grega (ιαω). Mais tarde, ao serem traduzidas as Escrituras originais para os demais idiomas, o Nome Sagrado foi substituído. No idioma hebraico alteraram para “Adonai”, que significa “meu senhor”, na tradução grega foi substituído por “Kyrios”, que também significa “senhor” e no idioma português substituíram o Tetragrama Sagrado pela palavra “SENHOR”. Se pesquisarmos no dicionário bíblico, veremos que a palavra “Senhor” significa “Baal”, um antigo “deus” dos cananeus, uma entidade pagã adorada no Antigo Testamento.
Dicionário bíblico explica que a palavra “baal” quer dizer “senhor”.
Além de ocultarem o Nome mais importante, também blasfemaram contra o Altíssimo, alterando o Nome Divino pelo título “Deus” que vem de “Zeus”. Esse título pagão “Zeus” era um dos principais deuses adorados na antiga Grécia, na qual foi titulado como o “único Deus superior” e introduzido na igreja primitiva nos primeiros séculos.
Documentário mostra que a palavra “Zeus” é que gera a palavra “Deus”.
Até hoje, esse título pagão “Deus” é adorado entre os crentes das denominações, sejam católicos ou protestantes, todos adoram o “Zeus” da mitologia grega. Mesmo com o acesso fácil à informação e ao conhecimento, essa abominação é praticada por muitos ainda em sua ignorância, porém, muitos blasfemam conscientemente.