Fonte oficial do Obelisco Negro
Link: British Museum, Black Obelisk
Fonte acadêmica sobre o Obelisco Negro
Link: Open Richly Annotated Cuneiform Corpus
Fonte da matéria sobre o Obelisco Negro
Link: The Israel Story, The Black Obelisk
Fonte dos caracteres cuneiformes em Unicodes
Links: Sign 𒄿, Sign 𒀀, Sign 𒌑
Fonte oficial do Obelisco Negro
Link: British Museum, Black Obelisk
Fonte acadêmica sobre o Obelisco Negro
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Fonte da matéria sobre o Obelisco Negro
Link: The Israel Story, The Black Obelisk
Fonte dos caracteres cuneiformes em Unicodes
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Vídeo em espanhol apresenta um achado arqueológico impactante, comprovando a pronúncia do Nome Sagrado. O nome do rei Jeú (יהוא) não está apenas nas Escrituras, ele também foi gravado em pedra por um império estrangeiro. O monumento conhecido como Obelisco Negro de Salmanasar III foi encontrado em 1845 em Nimrud, antiga Calah, na Assíria e hoje está preservado no British Museum, na Inglaterra. Nele, há uma inscrição em que o nome do rei de Israel aparece grafado como “Yaua” (𒄿𒀀𒌑𒀀), em escrita acádia cuneiforme (língua semítica próxima ao hebraico), contendo o Nome do Altíssimo “YAU” (𒄿𒀀𒌑), no início de seu nome. Esse achado confirma a pronúncia silábica ia-u, atestando que o Nome era conhecido e pronunciado em tempos antigos. Assim, a arqueologia confirma a história bíblica e a vocalização do Nome Divino YAUH.
“E Yaua não guardou andar na lei de YAUH, Altíssimo de Yshral, com todo o seu coração, nem se apartou dos pecados de Jeroboão, com os quais fez Yshral pecar.” 2 Reis 10:31
Vídeo em espanhol apresenta um achado arqueológico impactante, comprovando a pronúncia do Nome Sagrado. O nome do rei Jeú (יהוא) não está apenas nas Escrituras, ele também foi gravado em pedra por um império estrangeiro. O monumento conhecido como Obelisco Negro de Salmanasar III foi encontrado em 1845 em Nimrud, antiga Calah, na Assíria e hoje está preservado no British Museum, na Inglaterra. Nele, há uma inscrição em que o nome do rei de Israel aparece grafado como “Yaua” (𒄿𒀀𒌑𒀀), em escrita acádia cuneiforme (língua semítica próxima ao hebraico), contendo o Nome do Altíssimo “YAU” (𒄿𒀀𒌑), no início de seu nome. Esse achado confirma a pronúncia silábica ia-u, atestando que o Nome era conhecido e pronunciado em tempos antigos. Assim, a arqueologia confirma a história bíblica e a vocalização do Nome Divino YAUH.
“E Yaua não guardou andar na lei de YAUH, Altíssimo de Yshral, com todo o seu coração, nem se apartou dos pecados de Jeroboão, com os quais fez Yshral pecar.” 2 Reis 10:31
Vídeo em espanhol apresenta um achado arqueológico impactante, comprovando a pronúncia do Nome Sagrado. O nome do rei Jeú (יהוא) não está apenas nas Escrituras, ele também foi gravado em pedra por um império estrangeiro. O monumento conhecido como Obelisco Negro de Salmanasar III foi encontrado em 1845 em Nimrud, antiga Calah, na Assíria e hoje está preservado no British Museum, na Inglaterra. Nele, há uma inscrição em que o nome do rei de Israel aparece grafado como “Yaua” (𒄿𒀀𒌑𒀀), em escrita acádia cuneiforme (língua semítica próxima ao hebraico), contendo o Nome do Altíssimo “YAU” (𒄿𒀀𒌑), no início de seu nome. Esse achado confirma a pronúncia silábica ia-u, atestando que o Nome era conhecido e pronunciado em tempos antigos. Assim, a arqueologia confirma a história bíblica e a vocalização do Nome Divino YAUH.
“E Yaua não guardou andar na lei de YAUH, Altíssimo de Yshral, com todo o seu coração, nem se apartou dos pecados de Jeroboão, com os quais fez Yshral pecar.” 2 Reis 10:31
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