Fonte da revista acadêmica
Link: The Mythology of All Races, Semitic, pág. xix
PDF da revista acadêmica
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Estudos clássicos sobre as crenças e línguas dos povos semitas comprovam que a forma “Yau” representa uma das mais antigas vocalizações associadas ao Nome Divino. O renomado estudioso das línguas semíticas Stephen Herbert Langdon destacou que essa pronúncia, preservada em formas arcaicas e em fontes epigráficas, antecede a escrita hebraica quadrática representada pelo Tetragrama (יהוה). Em sua obra The Mythology of All Races, Vol. V, Semitic, de 1931, Langdon registrou: “Uma palavra para aqueles que não são estudiosos semíticos deve ser acrescentada a respeito da pronúncia do nome da divindade hebraica Yāw. Foneticamente isso deveria ter sido escrito Yāu. A última letra é uma vogal semi-labial”. Esse estudo filológico confirma que a fonética “Yau” foi preservada desde tempos remotos. Trata-se de um importante testemunho linguístico relacionado aos povos semíticos, associados à descendência de Sem, ancestral dos habitantes de Canaã. Um importante documento acadêmico para o estudo da origem fonética e da vocalização do Nome Divino YAU.
“Bendito seja YAUH, o Criador de Sem e seja-lhe Canaã por servo.” Gênesis 9:26
Estudos clássicos sobre as crenças e línguas dos povos semitas comprovam que a forma “Yau” representa uma das mais antigas vocalizações associadas ao Nome Divino. O renomado estudioso das línguas semíticas Stephen Herbert Langdon destacou que essa pronúncia, preservada em formas arcaicas e em fontes epigráficas, antecede a escrita hebraica quadrática representada pelo Tetragrama (יהוה). Em sua obra The Mythology of All Races, Vol. V, Semitic, de 1931, Langdon registrou: “Uma palavra para aqueles que não são estudiosos semíticos deve ser acrescentada a respeito da pronúncia do nome da divindade hebraica Yāw. Foneticamente isso deveria ter sido escrito Yāu. A última letra é uma vogal semi-labial”. Esse estudo filológico confirma que a fonética “Yau” foi preservada desde tempos remotos. Trata-se de um importante testemunho linguístico relacionado aos povos semíticos, associados à descendência de Sem, ancestral dos habitantes de Canaã. Um importante documento acadêmico para o estudo da origem fonética e da vocalização do Nome Divino YAU.
“Bendito seja YAUH, o Criador de Sem e seja-lhe Canaã por servo.” Gênesis 9:26
Estudos clássicos sobre as crenças e línguas dos povos semitas comprovam que a forma “Yau” representa uma das mais antigas vocalizações associadas ao Nome Divino. O renomado estudioso das línguas semíticas Stephen Herbert Langdon destacou que essa pronúncia, preservada em formas arcaicas e em fontes epigráficas, antecede a escrita hebraica quadrática representada pelo Tetragrama (יהוה). Em sua obra The Mythology of All Races, Vol. V, Semitic, de 1931, Langdon registrou: “Uma palavra para aqueles que não são estudiosos semíticos deve ser acrescentada a respeito da pronúncia do nome da divindade hebraica Yāw. Foneticamente isso deveria ter sido escrito Yāu. A última letra é uma vogal semi-labial”. Esse estudo filológico confirma que a fonética “Yau” foi preservada desde tempos remotos. Trata-se de um importante testemunho linguístico relacionado aos povos semíticos, associados à descendência de Sem, ancestral dos habitantes de Canaã. Um importante documento acadêmico para o estudo da origem fonética e da vocalização do Nome Divino YAU.
“Bendito seja YAUH, o Criador de Sem e seja-lhe Canaã por servo.” Gênesis 9:26
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