Fonte oficial do papiro
Link: P. Mich. 3 155
Fonte do papiro, visão frontal geral
Link: P.Mich.inv. 193 (front summary)
Fonte do papiro, detalhe frontal
Link: P.Mich.inv. 193 (front detail)
Fonte do papiro, imagem negativa
Link: P.Mich.inv. 193 (negative image)
Fonte oficial do papiro
Link: P. Mich. 3 155
Fonte do papiro, visão frontal geral
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Fonte do papiro, detalhe frontal
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Fonte do papiro, imagem negativa
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O papiro P. Mich. 3 155, datado do 2º e 3º séculos EC, preservado pela University of Michigan Papyrology Collection, contém um texto em grego do período romano. Os acadêmicos classificaram o conteúdo como “amuleto mágico”, sem terem comprovado a existência de qualquer ritual ou de magia no texto. O manuscrito apresenta uma oração com pedidos de proteção e o uso reverente do Nome Sagrado. Entre as expressões, destaca-se “θεὸς ὁ ιaω, κύριος πaντοκρaτωρ” (Deus ó Yau, Senhor Todo-Poderoso), exaltando o Nome Divino transliterado pelas letras gregas (ιaω), inserido em meio a títulos paganizados adotados por comunidades de crentes da época. Nesse período, era comum o uso do Nome Sagrado em orações escritas, salmos e como forma de proteção pessoal, um costume que não deveria ser classificado como “amuleto mágico”. O caso do papiro P. Mich. 3 155 expõe essa classificação acadêmica errônea e comprova que a verdadeira pronúncia do Nome do Altíssimo entre judeus de fala grega era “Yau” (ιαω), o Todo-Poderoso.
“O Nome YAUH é uma torre forte, o justo corre para ela e está seguro.” Provérbios 18:10
O papiro P. Mich. 3 155, datado do 2º e 3º séculos EC, preservado pela University of Michigan Papyrology Collection, contém um texto em grego do período romano. Os acadêmicos classificaram o conteúdo como “amuleto mágico”, sem terem comprovado a existência de qualquer ritual ou de magia no texto. O manuscrito apresenta uma oração com pedidos de proteção e o uso reverente do Nome Sagrado. Entre as expressões, destaca-se “θεὸς ὁ ιaω, κύριος πaντοκρaτωρ” (Deus ó Yau, Senhor Todo-Poderoso), exaltando o Nome Divino transliterado pelas letras gregas (ιaω), inserido em meio a títulos paganizados adotados por comunidades de crentes da época. Nesse período, era comum o uso do Nome Sagrado em orações escritas, salmos e como forma de proteção pessoal, um costume que não deveria ser classificado como “amuleto mágico”. O caso do papiro P. Mich. 3 155 expõe essa classificação acadêmica errônea e comprova que a verdadeira pronúncia do Nome do Altíssimo entre judeus de fala grega era “Yau” (ιαω), o Todo-Poderoso.
“O Nome YAUH é uma torre forte, o justo corre para ela e está seguro.” Provérbios 18:10
O papiro P. Mich. 3 155, datado do 2º e 3º séculos EC, preservado pela University of Michigan Papyrology Collection, contém um texto em grego do período romano. Os acadêmicos classificaram o conteúdo como “amuleto mágico”, sem terem comprovado a existência de qualquer ritual ou de magia no texto. O manuscrito apresenta uma oração com pedidos de proteção e o uso reverente do Nome Sagrado. Entre as expressões, destaca-se “θεὸς ὁ ιaω, κύριος πaντοκρaτωρ” (Deus ó Yau, Senhor Todo-Poderoso), exaltando o Nome Divino transliterado pelas letras gregas (ιaω), inserido em meio a títulos paganizados adotados por comunidades de crentes da época. Nesse período, era comum o uso do Nome Sagrado em orações escritas, salmos e como forma de proteção pessoal, um costume que não deveria ser classificado como “amuleto mágico”. O caso do papiro P. Mich. 3 155 expõe essa classificação acadêmica errônea e comprova que a verdadeira pronúncia do Nome do Altíssimo entre judeus de fala grega era “Yau” (ιαω), o Todo-Poderoso.
“O Nome YAUH é uma torre forte, o justo corre para ela e está seguro.” Provérbios 18:10
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